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Resumo em 10 segundos

Mais de 30 mil transplantes em 2024 🇧🇷❤️ — avanço histórico, desigualdades persistem. Vamos questionar o que falta? 🧠

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Brasil registra o maior número de transplantes da história em 2024: mais de 30 mil procedimentos 🧵❤️ — como chegamos a esse marco, e por que ainda há quem fique fora dessa conta?

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Paraná lidera: 42,3 doadores por milhão em 2024 — mais que o dobro da média nacional (19,2). O que o estado fez certo: gestão, campanhas ou sorte? Será que esse modelo é replicável nas regiões mais pobres?

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O SUS é apontado como peça-chave: "um dos maiores programas públicos de transplantes do mundo", diz Thiago Massuda (CRBM6). Mas será que dependemos demais do setor público sem proteger e qualificar as equipes e infraestrutura?

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27 de setembro é o Dia Nacional da Doação de Órgãos — foco na autorização familiar após morte encefálica. Por que famílias ainda negam? Falta de informação, desconfiança nos hospitais ou mitos culturais? Educação salva vidas — por que não investir mais nisso?

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Os 30 mil incluem órgãos e tecidos (rins, fígado, córneas, etc.). Como garantir critérios de alocação justos e transparência nos transplantes? E os profissionais que fazem plantões e arriscam saúde: quem cuida da saúde deles?

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Paraná dobrou a média nacional — mérito de políticas locais, articulação hospitalar e conscientização? Ou há também fatores econômicos e desigualdades entre estados que precisamos enfrentar com políticas públicas mais fortes?

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Reflexão final: 30 mil procedimentos são vidas devolvidas. Quantas mais poderiam ser salvas se tivéssemos informação, estruturas iguais em todo o país e respeito aos direitos de quem doa e de quem trabalha? Pense nisso no Dia Nacional da Doação de Órgãos.

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