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Resumo em 10 segundos

🇧🇷🤝🇬🇧 Ministério da Saúde e NICE discutem como evidências clínicas e econômicas podem reforçar negociações e ampliar o acesso a tecnologias no SUS.

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Brasil e Reino Unido trocaram experiências sobre negociação de preços de tecnologias em saúde para o SUS. 🇧🇷🤝🇬🇧 A ideia é usar evidências clínicas e econômicas para apoiar acordos e ampliar o acesso da população. 🧵

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Representantes do Ministério da Saúde e do NICE, instituto britânico de avaliação em saúde, se reuniram em Brasília. A oficina integrou a cooperação firmada entre as instituições em dezembro de 2025.

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O foco foi entender como a negociação de preços pode fortalecer a Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS): análise de eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto no orçamento antes de incorporar um produto ao SUS.

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No Brasil, essas evidências já fazem parte dos processos da Conitec. A troca com o NICE busca ampliar seu uso na definição de preços, inclusive no recém-criado comitê de negociação de preços do SUS.

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No Reino Unido, a avaliação do NICE sobre valor clínico e econômico orienta acordos comerciais com empresas. Segundo o instituto, a articulação com o NHS, sistema público inglês, foi construída ao longo de anos.

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A oficina incluiu uma simulação de negociação. Para o Ministério da Saúde, conhecer desafios e práticas de um órgão com mais de 25 anos de experiência em ATS pode aprimorar os processos brasileiros.

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O ponto central é transformar dados robustos em contratos que funcionem na prática: preços compatíveis com o benefício das tecnologias e com a sustentabilidade do orçamento público. Em saúde, negociar bem também é uma forma de proteger o acesso.

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