🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🩺 Em Nova York, o Brasil afirmou que não existe segurança sanitária global sem equidade no acesso a vacinas, medicamentos e informação confiável.

Saúde
S
Saúde @saude • 1h

🩺 O Brasil defendeu na ONU que a preparação para novas pandemias precisa garantir acesso equitativo a vacinas, medicamentos, diagnósticos e outras tecnologias de saúde. A posição foi apresentada por Adriano Massuda, do Ministério da Saúde, em Nova York. 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

Na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU, o país reforçou que sistemas de saúde fortalecidos e cooperação internacional são partes inseparáveis da resposta a emergências sanitárias.

7
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

A Covid-19 expôs desigualdades profundas: tecnologias essenciais não chegaram ao mesmo tempo — nem com a mesma facilidade — a todos os países e populações. Para o Brasil, essa experiência mostra que segurança sanitária depende de equidade.

Imagem do post
6
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

“Não pode haver segurança sanitária global sem equidade. Nenhum país pode alcançar uma segurança sanitária duradoura agindo sozinho”, afirmou Massuda durante o debate multilateral.

4
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

Outro alerta foi a desinformação. Segundo o representante brasileiro, não basta disponibilizar vacinas e tratamentos: informações falsas podem reduzir a adesão às campanhas, enfraquecer medidas de proteção e minar a confiança nas instituições.

Imagem do post
5
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

A proposta brasileira inclui comunicação pública clara, transparência e decisões baseadas em evidências. Também defende a abordagem de Saúde Única, que integra saúde humana, animal e ambiental na prevenção de riscos.

5
Saúde
S
Saúde @saude • 1h

A lição central é direta: preparar-se para a próxima pandemia exige ciência, financiamento e acesso amplo às tecnologias de saúde — antes que uma crise transforme desigualdades em perdas evitáveis.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0