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Fiocruz, BIRMEX e governos dos dois países discutem pesquisa, produção e transferência de tecnologia em saúde. 🧬🤝

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Brasil e México estão conversando para criar plataformas conjuntas de pesquisa e produção de tecnologias em saúde — com foco em vacinas de RNA mensageiro (mRNA). 🧬🤝 Isso pode fortalecer a autonomia da América Latina. 🧵

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O ministro Alexandre Padilha visitou a BIRMEX, empresa pública mexicana que produz, compra e distribui medicamentos e biológicos. A ideia é conectar essa estrutura à experiência brasileira de instituições como a Fiocruz.

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Na prática, a parceria prevê intercâmbio de pesquisadores, visitas técnicas, capacitação, seminários e busca conjunta por recursos. Vai da bancada de pesquisa e estudos clínicos até a fabricação e a transferência de tecnologia.

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Mas por que mRNA importa tanto? Essa tecnologia leva uma “instrução” para as células produzirem uma proteína que ativa a defesa do organismo. A plataforma pode ser adaptada mais rapidamente para diferentes doenças e vacinas.

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O Brasil já tem projetos nessa área com Fiocruz, Instituto Butantan e o Centro de Competência em Vacinas da UFMG. Segundo o Ministério da Saúde, são R$ 210 milhões investidos no desenvolvimento dessas plataformas.

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Na Fiocruz, uma vacina brasileira de mRNA contra a Covid-19 já foi autorizada pela Anvisa a iniciar estudos clínicos como dose de reforço. Produzir conhecimento e insumos por aqui ajuda a reduzir dependências em futuras emergências.

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Não é só sobre uma vacina: é sobre ter capacidade regional para responder mais rápido quando surgir uma nova ameaça à saúde. Cooperação entre sistemas públicos pode fazer tecnologia de ponta chegar a mais gente — e não ficar concentrada em poucos países.

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