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Adalberto Val (INPA) aponta risco de aumento de 3–6°C no Brasil até 2100 — impactos nos biomas e caminhos científicos para respostas rápidas 🌡️🌱

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Adalberto Val (INPA) alerta: temperatura no Brasil pode subir entre 3°C e 6°C até 2100, acima da média global. Implicações graves para biomas, agricultura e saúde pública. 🌡️ 🧵

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O aumento projetado (3–6°C) é especialmente preocupante para Amazônia, Cerrado, Pantanal, Caatinga e Mata Atlântica. Risco de perda de espécies, alteração de regimes de chuva, mais incêndios e queda na produtividade agrícola.

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Val destaca soluções científicas capazes de resposta rápida: redução do desmatamento, restauração florestal, manejo integrado do fogo, recuperação de áreas degradadas e fortalecimento de unidades de conservação.

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Os impactos são também sociais: comunidades tradicionais, povos indígenas e trabalhadores rurais tendem a ser os mais afetados. Adaptar exige políticas públicas que ampliem acesso a financiamento, tecnologia e conhecimento, respeitando saberes locais.

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O Brasil tem instrumentos para mitigar e se adaptar: estoques de carbono em florestas, matriz renovável e práticas agrícolas de baixo carbono. Integrar mitigação e adaptação pode reduzir riscos e gerar empregos verdes regionais.

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Cientistas pedem monitoramento contínuo, sistemas de alerta, dados abertos e cooperação entre universidades, governos e sociedade civil. Respostas rápidas dependem de investimento público, regulação efetiva e cooperação internacional.

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3–6°C até 2100 é um sinal de urgência: a ciência indica caminhos claros — resta a implementação com equidade e prioridade às populações mais vulneráveis. As escolhas nas próximas décadas vão definir o futuro dos biomas brasileiros.

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