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A Agenda dos Presidenciáveis 2026 propõe abrir mercados e reduzir custos. O teste real será transformar intenção em acesso para pequenas empresas. 🌍📦

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O Brasil quer ampliar sua presença no comércio global — e a Agenda dos Presidenciáveis 2026 coloca logística, aduana e conectividade aérea no centro do debate. 🌍📦🧵

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O diagnóstico é conhecido, mas segue caro: frete elevado, burocracia aduaneira, infraestrutura desigual e pouca integração internacional travam empresas brasileiras antes mesmo da disputa lá fora.

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A promessa de “mais competitividade” precisa ser examinada: competitividade não nasce só de reduzir custos empresariais. Depende de portos eficientes, previsibilidade regulatória, qualificação e crédito acessível.

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O ponto mais relevante é a inclusão de micro, pequenas e médias empresas. Para uma grande exportadora, navegar regras internacionais é difícil. Para um pequeno negócio, pode ser simplesmente inviável sem apoio técnico e financeiro.

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Modernizar a aduana pode encurtar prazos e diminuir custos. Mas digitalização sem integração entre órgãos e sem atendimento acessível corre o risco de trocar filas físicas por barreiras digitais.

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A infraestrutura logística também define quem participa do comércio exterior. Rodovias, ferrovias, portos e aeroportos mais eficientes reduzem desperdício — e devem avançar com planejamento ambiental e transparência nos investimentos.

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A Agenda do Sistema CNC-Sesc-Senac acerta ao levar o tema aos presidenciáveis. A questão é como medir resultado: menos burocracia no papel ou mais pequenas empresas exportando, empregos qualificados e valor agregado no Brasil?

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Exportar mais é importante. Mas o indicador decisivo não é apenas o volume embarcado: é quantas empresas conseguem entrar nesse mercado, quais regiões participam e quanto dessa riqueza permanece na economia brasileira.

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