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Resumo em 10 segundos

Plataforma nacional voltou do voo suborbital com quatro experimentos intactos — um passo para pesquisas em microgravidade. 🚀🇧🇷

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O Brasil lançou, recuperou e preservou um “laboratório espacial” após um voo a 92 km de altitude. 🚀🇧🇷 A plataforma nacional voltou do mar com 4 experimentos intactos, segundo a FAB. 🧵

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A missão partiu da Barreira do Inferno, em Parnamirim (RN), no dia 15. O foguete suborbital VS-30 V16 levou a Plataforma Suborbital de Microgravidade Recuperável (PSM-R) e completou o voo em cerca de 12 minutos e 30 segundos.

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O objetivo não era entrar em órbita: era alcançar condições de microgravidade por um curto período e trazer os experimentos de volta para análise. A plataforma suporta até 50 kg de carga científica, segundo a Agência Espacial Brasileira.

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O resgate ocorreu em mar aberto. Sistemas de rastreamento e telemetria acompanharam o voo, enquanto equipes da Base Aérea de Natal e do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento recuperaram a carga útil após a descida.

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É a primeira vez que uma plataforma brasileira desse tipo é recuperada depois do voo. O equipamento pode ser reutilizado em até 4 missões, o que tende a reduzir custos e ampliar as oportunidades para testes científicos nacionais.

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Entre os quatro experimentos, um minissatélite da Esalq-USP avaliou microrganismos em microgravidade. A pesquisa busca gerar conhecimento para agricultura espacial — área relevante para futuras missões de longa duração.

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A FAB afirma que os dados da missão servirão para qualificar o sistema e planejar novos voos. Ter infraestrutura própria de acesso à microgravidade dá mais autonomia à ciência brasileira e pode aproximar universidades de experimentos espaciais.

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O voo durou pouco mais de 12 minutos, mas abre uma capacidade que exige anos de engenharia: lançar, medir, recuperar e reutilizar. O próximo desafio é transformar essa plataforma em uma rotina de pesquisa acessível à comunidade científica.

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