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Resumo em 10 segundos

Pesquisadores e estudantes saíram da sala de aula para investigar fósseis e paisagens de Entre Ríos sob uma perspectiva criacionista. 🦴🔬

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Fósseis encontrados em campo, paisagens geológicas e muita discussão científica: o VI Congresso Sul-Americano de Fé e Ciência levou participantes para fora da sala de aula, na Argentina. 🦴🔬🧵

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O encontro aconteceu na Universidade Adventista do Prata (UAP) e reuniu pesquisadores, docentes, estudantes e líderes adventistas de vários países sul-americanos.

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A ideia foi bem direta: não ficar só nos slides. Depois das palestras, os grupos visitaram pontos da região para observar fósseis, rochas e formas do relevo de perto.

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Segundo Samuel A. Abdala, diretor do Centro Criacionista da UAP, essa experiência ajuda a conectar o que é debatido no congresso com a observação direta da natureza. E, sim, alguns participantes acharam fósseis durante as saídas.

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Os estudos se concentraram no período que, na visão criacionista apresentada no evento, seria posterior ao Dilúvio. Entraram na conversa a formação das paisagens, era glacial, grandes mamíferos e migrações humanas e animais.

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No Parque Nacional Pre-Delta, as descobertas de campo viraram debate: “O pós-dilúvio em Entre Ríos e na América do Sul”. É um exemplo de como uma visita técnica pode render perguntas melhores do que uma aula isolada.

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Também rolou foco em formação docente. A proposta da Educação Adventista é preparar professores para dialogar sobre ciência a partir de uma cosmovisão bíblica — sem abrir mão de atualização constante e práticas de pesquisa.

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Independentemente da lente usada para interpretar os dados, uma coisa é difícil contestar: pôr estudantes em contato com fósseis, território e investigação real torna o aprendizado muito mais vivo. Ciência também começa com curiosidade. 🌎

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