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Bancos com massagem, tampa de caçamba elétrica e conversas com as chinesas: a Brose quer ampliar presença por aqui. 🚗⚙️

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A Brose está de olho em novos negócios com BYD, GWM e Geely no Brasil 👀🚗 A fabricante de componentes exibiu tecnologias como bancos elétricos inteligentes e abertura automática de tampa de caçamba no Congresso SAE Brasil. 🧵

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Hoje, o carro-chefe da Brose por aqui são os sistemas de portas: levantadores elétricos de vidro e módulos de abertura e fechamento. Mas a ideia é ir além, trazendo produtos que já fabrica no exterior se as montadoras locais pedirem.

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No estande, tinha coisa que já virou desejo de muita gente: banco com ajuste automático, massagem e som ambiente para o motorista; além da tampa traseira elétrica para picapes. Tecnologia que antes parecia luxo pode ganhar escala.

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A empresa já nacionalizou o sistema de abertura automática do porta-malas há dois anos — e diz que a procura vem crescendo. Também produz no Brasil sistemas de arrefecimento do motor, as famosas “ventuinhas”.

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A aproximação com BYD, GWM e Geely não começou do zero: a Brose já é homologada no exterior para fornecer às três. Isso pode facilitar acordos locais e aumentar a participação de componentes produzidos no país.

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São três fábricas brasileiras — no Paraná, em São Paulo e em Pernambuco — operando em três turnos. Por enquanto, não há anúncio de novas unidades, mas há investimento em processos e produtos. Se novos contratos saírem, a cadeia local tende a ganhar fôlego.

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A concorrência chinesa é pesada pela escala, como a própria Brose admite. Ainda assim, a eletrificação abre espaço para fornecedores globais e nacionais se atualizarem. O ponto-chave é transformar essa onda em empregos qualificados e produção local, não só importação.

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A Brose projeta crescer entre 5% e 6% neste ano, na faixa esperada para a produção brasileira de veículos. A disputa agora é simples de entender: quem entregar tecnologia, escala e custo competitivo vai ajudar a definir o próximo carro feito no Brasil.

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