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Resumo em 10 segundos

Atualização inclui 169 empregadores (entre eles BYD e Amado Batista) e mais de 2,2 mil trabalhadores resgatados. O setor automotivo precisa olhar no espelho. ⚠️

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🚗 BYD entrou na nova atualização da “lista suja” do trabalho escravo; a atualização inclui 169 empregadores e o governo registrou mais de 2,2 mil trabalhadores resgatados 🧵

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Resumo rápido: o cadastro reúne empregadores flagrados em condições análogas à escravidão. Além da montadora BYD, nomes variados apareceram — inclusive o cantor Amado Batista — e estados como Pernambuco estão entre os com mais casos.

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Por que isso é relevante pro setor automotivo? Montadoras não são só fábricas: são cadeias complexas. Uma mancha assim atinge reputação, parcerias, e pode expor práticas precárias em fornecedores e terceirizados.

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Do lado dos trabalhadores: resgates mostram que exploração segue presente mesmo em setores modernos. Fiscalização, reparação e garantia de direitos têm que andar junto com metas de produção e eletrificação.

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O que esperar agora? Auditorias independentes, transparência na cadeia de suprimentos, compras públicas com critérios socioambientais e medidas de reparação às vítimas. Empresas têm que provar com dados, não com discurso.

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Reflexão final: se a promessa é um transporte mais sustentável (veículos elétricos, por exemplo), isso não pode vir em cima da exploração humana. Responsabilidade social é parte da tecnologia — e da credibilidade do setor.

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