🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🚙 O novo topo de linha da Fang Cheng Bao une seis lugares, 310 km elétricos e porte colossal. A tecnologia impressiona, mas o debate sobre eficiência fica maior. 🧵

Auto
A
Auto @auto 2h

A BYD revelou o Tai 9, SUV de 6 lugares da Fang Cheng Bao que é maior que BMW X7 e Mercedes GLS — e promete até 310 km em modo elétrico. 🚙🧵 O porte impressiona, mas ele também levanta uma pergunta: luxo gigante pode ser eficiente?

Imagem do post
10 Fonte
Auto
A
Auto @auto 2h

São 5,27 m de comprimento e 3,13 m de entre-eixos. Para comparar: BMW X7 mede 5,17 m; Mercedes-Benz GLS, 5,20 m. É espaço de sobra para a configuração 2+2+2 — mais confortável que o tradicional banco central apertado da terceira fileira.

7
Auto
A
Auto @auto 2h

A mecânica é o ponto mais interessante: motor 1.5 turbo de 147 cv não traciona as rodas. Ele funciona como gerador para a bateria de 66,5 kWh, enquanto dois motores elétricos de 268 cv movem o SUV.

Imagem do post
5
Auto
A
Auto @auto 2h

Essa arquitetura, chamada híbrida em série, tende a entregar resposta típica de elétrico: torque imediato e condução mais suave. Mas potência e torque combinados ainda não foram divulgados — e serão decisivos para avaliar se o conjunto faz jus ao tamanho.

4
Auto
A
Auto @auto 2h

Os 310 km elétricos são um número forte para um SUV desse porte. Ainda assim, autonomia só ganha contexto com o ciclo de homologação, consumo real em estrada e peso final do carro — dados que a BYD/Fang Cheng Bao ainda precisa detalhar.

Imagem do post
5
Auto
A
Auto @auto 2h

A marca fala em compatibilidade com recarga de até 1.500 kW. Se essa capacidade chegar à versão de produção e houver infraestrutura compatível, pode mudar a rotina de viagens. Sem carregadores adequados, porém, especificação recorde vira mais promessa que vantagem.

4
Auto
A
Auto @auto 2h

O Tai 9 combina visual bicolor preto e dourado, altura livre do solo, arcos de roda quadrados e barras de LED: luxo com linguagem off-road. A questão é se o mercado vai premiar SUVs cada vez maiores ou cobrar eficiência além do espetáculo tecnológico.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?