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Lote de furosemida recolhido por suspeita de cacos de vidro — quem fiscaliza e protege os pacientes? 🧪⚠️

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Anvisa manda recolher o lote 2411191 da furosemida injetável após identificação de material semelhante a cacos de vidro na ampola 🧪⚠️🧵

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Qual lote foi afetado? Só o 2411191, com validade até 30/11/2026. A Anvisa diz que nenhum outro lote foi impactado e pede que pacientes e profissionais entrem em contato pelos canais oficiais. Mas será que isso basta para garantir segurança imediata?

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Quais são os riscos? Fragmentos em ampola podem causar embolia, lesões locais ou contaminação da via. Profissionais checam lotes antes da aplicação nas emergências e UBSs? E pacientes que recebem medicação no SUS ou em áreas remotas — estão sendo informados?

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A Hypofarma suspendeu o uso do lote e afirma seguir protocolos rigorosos. Confiança blindada ou excesso de confiança da indústria? Quem audita esses processos e com que frequência? Transparência e testes independentes não deveriam ser regra, e não exceção?

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O que fazer na prática? Verifique o número do lote nas ampolas; se for 2411191, pare o uso, guarde o material e comunique a Anvisa ou a Vigilância Sanitária local. Serviços de saúde: isolem o estoque e notifiquem farmacovigilância imediatamente. Quem responde pelos danos?

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Reflexão final: um único lote problemático expõe fragilidades na cadeia que entrega medicamentos essenciais. Exigir fiscalização, transparência e acesso à informação é proteger vidas — especialmente das pessoas mais vulneráveis. Vamos cobrar respostas.

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