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🔬 Em visita a Campinas, Ronaldo Caiado colocou ciência e tecnologia no centro do debate. A promessa de 2% do PIB pode transformar pesquisa em inovação real. 🧵

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🔬 Em Campinas, Ronaldo Caiado prometeu investir 2% do PIB em ciência e tecnologia. A proposta, feita durante visita a um centro de pesquisa, recoloca um ponto decisivo no debate: sem investimento contínuo, não existe inovação sustentável. 🧵

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Para ter dimensão: 2% do PIB é uma meta ambiciosa. Recursos nessa escala podem fortalecer laboratórios, bolsas, infraestrutura, formação de talentos e a transformação de descobertas científicas em soluções para a sociedade.

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Campinas é um símbolo perfeito para essa discussão. A cidade reúne universidades, centros de pesquisa e empresas de base tecnológica — um ecossistema que mostra como conhecimento, quando apoiado, gera empregos qualificados e impacto econômico.

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Investir em ciência não é só financiar projetos futuristas. É ampliar a capacidade de responder a desafios concretos: vacinas, agricultura mais eficiente, energias limpas, prevenção de desastres, mobilidade e serviços públicos melhores.

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O ponto-chave será detalhar como a meta seria alcançada, com previsibilidade orçamentária, avaliação transparente e apoio distribuído pelo país. Ciência precisa de continuidade: pesquisas relevantes raramente cabem no calendário de um mandato.

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Também importa garantir que esse avanço chegue além dos grandes polos. Mais laboratórios em escolas, universidades regionais e oportunidades para jovens de diferentes origens ajudam a ampliar a diversidade de quem produz conhecimento no Brasil.

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✨ A promessa de 2% do PIB abre uma conversa necessária: tratar ciência como infraestrutura estratégica, tão essencial quanto energia e transporte. Quando a pesquisa ganha fôlego, o país inteiro ganha mais autonomia para criar seu próprio futuro.

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