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Resumo em 10 segundos

Projeto prevê acolhimento e orientação em saúde reprodutiva para crianças e adolescentes, incluindo meninas e meninos. Agora, a proposta vai ao Senado. 🩺

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Câmara aprovou consultas no SUS para orientar crianças e adolescentes desde o começo da puberdade — ou da primeira menstruação. A proposta inclui meninas e meninos e agora segue para o Senado. 🩺🧵

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Na prática, o PL 5239/25 prevê atendimento para tirar dúvidas sobre mudanças no corpo, prevenir doenças e receber orientação em saúde reprodutiva. Sem tabu e com informação adequada para cada idade.

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O texto aprovado foi relatado pela deputada Flávia Morais (MDB-GO), a partir de projeto da deputada Adriana Ventura (Novo-SP). A mudança central foi incluir explicitamente os meninos na proposta.

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Isso importa porque puberdade não é só uma questão “das meninas”. Meninos também passam por transformações, podem ter dúvidas, enfrentar violências e muitas vezes ficam fora das conversas sobre cuidado e prevenção.

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O atendimento deve acontecer preferencialmente na atenção primária: UBS e equipes de saúde da família. Se houver necessidade clínica, o jovem pode ser encaminhado a especialistas.

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O texto fala em acolhimento compatível com a idade, respeito à privacidade, dignidade e necessidades individuais. Parece básico, mas faz diferença: jovens precisam poder buscar cuidado sem constrangimento.

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Ainda falta o Senado analisar a proposta. Se virar lei, o desafio passa a ser garantir estrutura, profissionais preparados e acesso real em todo o país — porque direito no papel só funciona quando chega à UBS do bairro.

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