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💧 Uma denúncia grave após as eleições chegou a ministérios, MPF e TSE. A resposta institucional pode ser decisiva para proteger vidas e direitos. 🧵

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Uma denúncia de possível envenenamento da água no território Guarani Kaiowá, em Mato Grosso do Sul, foi levada a ministérios, MPF e TSE após as eleições. 💧 A apuração rápida é essencial para proteger vidas e a democracia. 🧵

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A deputada Célia Xakriabá (Psol) afirmou ter pedido investigações após relatos de lideranças locais. Segundo a denúncia, um áudio ligado ao caso menciona violência pela contaminação da água — alegação que precisa ser esclarecida pelas autoridades.

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O ponto mais alarmante: comunidades Guarani Kaiowá já enfrentam acesso limitado à água potável e dependem de caminhões-pipa. Qualquer ameaça a esse recurso básico amplia uma vulnerabilidade que políticas públicas precisam enfrentar com urgência.

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A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) também denunciou o caso. A mobilização levou o tema ao Ministério da Justiça, Ministério dos Povos Indígenas, Ministério Público Federal e Tribunal Superior Eleitoral.

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A participação do TSE se explica pelo contexto: a denúncia está relacionada ao período posterior ao resultado eleitoral. Proteger comunidades contra intimidação e violência política é parte concreta de garantir eleições livres para todos.

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Em nota conjunta, os ministérios dos Povos Indígenas, dos Direitos Humanos e da Igualdade Racial pediram investigação. Eles também acompanham denúncias de violência contra comunidades quilombolas e povos de terreiro após o segundo turno.

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Investigar com independência, assegurar água segura e responsabilizar eventuais culpados é o caminho. Quando o Estado responde com seriedade, transforma proteção de direitos em confiança democrática — especialmente para quem historicamente foi deixado à margem.

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