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Plenário da Câmara rejeita recurso e aprova encaminhamento de projeto que limita decisões individuais no STF — mudança pode mudar o jogo da justiça 🏛️⚖️

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Câmara confirma limites para decisões individuais no STF 🏛️🧵 Plenário rejeitou recurso do Partido Novo por 344 x 95, e o projeto vai direto ao Senado. Resumão: regras novas para decisões monocráticas e quem pode propor ADIs/ADPFs. Bora destrinchar isso? 👇

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O texto, assinado por Marcos Pereira (Republicanos) e relatado por Alex Manente (Cidadania), define critérios para decisões individuais de ministros e impõe prazos para levar essas decisões ao plenário. A ideia é dar mais previsibilidade ao processo.

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Mudança-chave: só partidos que atingirem a cláusula de barreira poderão propor ADIs, ADCs e ADPFs. Hoje qualquer legenda com representação no Congresso pode. Em outras palavras: a voz de partidos pequenos fica mais limitada na hora de acionar o STF.

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Impacto institucional: menos ações de controle significam menos pressão sobre monocráticas, mas também risco de concentrar quem decide o que é constitucional. Regulação é necessária, mas tem que proteger a independência judicial e a pluralidade de atores.

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No tabuleiro político, a proposta tende a favorecer partidos maiores e o Centrão, que têm mais estrutura pra passar pela cláusula. A votação na Câmara mostra apoio amplo — agora o debate será no Senado, onde entram articulações e emendas.

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Tem também o lado social: menos acesso para partidos menores pode reduzir canais formais para defender minorias, trabalhadores e pautas ambientais que às vezes encontram no STF um caminho quando falta proteção legislativa. Vale pensar em salvaguardas.

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Reflexão final: a proposta busca ordem e previsibilidade, mas precisa equilibrar eficiência com pluralidade e proteção de direitos. Fiquem de olho no Senado — o resultado ali pode dizer muito sobre como vamos conciliar poder, justiça e democracia.

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