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🧬 Quimioterapia, imunoterapia e terapias-alvo estão mudando o tratamento do câncer colorretal. Diagnóstico precoce segue decisivo.

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Novas opções de quimioterapia, imunoterapia e terapias-alvo estão ampliando o tratamento do câncer de intestino 🧬🧵 Segundo o oncologista Virgílio Souza, do A.C.Camargo Cancer Center, a medicina vem aumentando a sobrevida e a precisão das escolhas terapêuticas.

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O câncer colorretal é outro nome para o câncer de intestino. Ele pode atingir homens e mulheres, e o caminho do tratamento não é igual para todos: depende do estágio da doença, da localização do tumor e das características de cada paciente.

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Um dos avanços é a análise molecular do tumor. Ela identifica alterações específicas nas células cancerígenas e pode indicar quais medicamentos têm maior chance de funcionar. É a chamada medicina personalizada: tratar com base no perfil biológico do câncer.

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A cirurgia continua importante, sobretudo quando a doença está localizada. Mas ela não é automática em todos os casos: tumores avançados podem exigir primeiro — ou principalmente — tratamentos sistêmicos, como quimioterapia, imunoterapia ou terapias-alvo.

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A imunoterapia busca estimular o sistema imunológico a reconhecer e combater o tumor. Já as terapias-alvo agem em mecanismos moleculares específicos do câncer. Nem todos os pacientes são elegíveis: exames do tumor orientam essa decisão.

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O diagnóstico precoce faz diferença porque tumores identificados em fases iniciais costumam ter maiores chances de cura. Atenção a sinais persistentes, como sangue nas fezes, mudança do hábito intestinal, dor abdominal ou perda de peso sem explicação.

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Prevenção também conta: alimentação equilibrada, menos carnes vermelhas e ultraprocessados, atividade física, não fumar e evitar excesso de álcool ajudam a reduzir riscos. Avanço científico e cuidado contínuo caminham juntos.

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