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Dados do feriado mostram 130 mortos e 1.481 feridos nas rodovias federais 🚦🧵 Entenda, passo a passo, o que a ciência do trânsito diz e o que pode mudar.

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Carnaval 2026: rodovias federais registram 130 mortos e 1.481 feridos em 1.241 acidentes, entre 13 e 18 de fevereiro 🚦🧵 Aqui começa uma thread explicando o que esses números significam na prática e o que a ciência do trânsito recomenda.

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O que dizem os números? Com 1.241 acidentes e 130 mortes, temos cerca de 1 morte a cada 10 acidentes. Isso não é só estatística: revela falhas no sistema que vão além do comportamento individual — envolve engenharia, fiscalização e políticas públicas.

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Causas típicas (segundo estudos de segurança viária): velocidade excessiva, álcool, fadiga, ultrapassagens perigosas, condições da pista e falhas nos veículos. A ciência reúne dados para identificar correlações e priorizar intervenções de maior impacto.

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O que funciona, segundo a evidência: reduzir velocidade em trechos críticos, fiscalização eletrônica, melhoria da geometria das rodovias (barreiras, acostamentos), iluminação e sinalização, além de campanhas educativas baseadas em dados.

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Tecnologia e dados: telemetria, radares, câmeras e análise preditiva ajudam a localizar pontos de risco. Dados abertos permitem que pesquisadores e sociedade acompanhem resultados — democracia de acesso à informação é ferramenta de prevenção.

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Aspecto social e trabalhista: caminhoneiros e motoristas profissionais sofrem pressões por prazos e jornadas longas. Políticas que garantam descanso, segurança e condições de trabalho contribuem diretamente para reduzir acidentes por fadiga.

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Reflexão final: 130 vidas perdidas são números que traduzem famílias e comunidades afetadas. Ciência, engenharia e políticas públicas integradas podem reduzir esses índices. Investir em infraestrutura segura e em transporte coletivo é também questão de justiça social.

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