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Resumo em 10 segundos

🚗🎮 Buzinaço, avatares e até “showmício” digital: campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro chegaram ao Roblox. Mas quais são os limites dessa nova praça pública?

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🚗🎮 Carreatas pró-Lula e pró-Flávio Bolsonaro estão ocupando o Roblox com avatares, buzinaços, faixas e “showmícios” digitais. A política deixou de usar jogos para falar com jovens — ou os jogos viraram palanque? 🧵

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O Roblox não é só um game: é uma plataforma onde usuários criam mundos, regras e experiências. Quando uma carreata virtual reúne pessoas, links de acesso e grupos de WhatsApp, estamos vendo entretenimento ou infraestrutura política digital?

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Perfis no Instagram divulgam horário, servidor e instruções para entrar nos atos. Uma página ligada às mobilizações pró-Lula teria cerca de 17 mil seguidores. Se a convocação nasce fora do jogo, onde começa — e termina — a responsabilidade da plataforma?

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As manifestações reproduzem símbolos do mundo físico: carros, cartazes, cores partidárias e buzinaço. Mas há uma diferença decisiva: no ambiente virtual, cada encontro depende das regras, da visibilidade e da moderação de uma empresa privada.

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Também há relatos de conflito dentro do jogo. Uma participante afirmou que foi levada para longe de uma carreata após aceitar um convite de “família” no Roblox. É só trollagem digital ou um alerta sobre segurança e assédio em espaços sociais online?

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O caso dos “showmícios” com artistas mortos, como Kurt Cobain e Renato Russo, abre outra pergunta: quem fiscaliza uso de imagem, memória e conteúdo político em mundos criados por usuários? A velocidade da criação supera as regras?

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Roblox virou uma miniatura da internet: mobilização, disputa de narrativa, humor, sabotagem e comunidades organizadas. A questão não é se a política vai entrar nos jogos. Ela já entrou. A questão é: haverá transparência e proteção para quem participa?

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