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Mercado acelerou, chinesas ganharam espaço e os usados ficaram mais baratos. Só que a inadimplência também subiu 🚗📈

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Carro novo voltou a acelerar no Brasil: as vendas cresceram 14% em 12 meses até setembro de 2026, segundo a Data OLX Autos. 🚗📈 Só que, junto com a alta, tem crédito crescendo e inadimplência preocupando. Bora entender 🧵

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A indústria também ganhou ritmo: a produção de automóveis e comerciais leves subiu 6,8%. E o mercado de seminovos/usados segue gigante, com cerca de 14,2 milhões de unidades movimentadas no período.

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Um dos motores dessa virada vem da China. As marcas chinesas responderam por 66,5% das importações brasileiras de carros de passeio entre janeiro e setembro. É muita coisa — e muda o jogo da concorrência por aqui.

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Na prática, mais fabricantes disputando espaço significa mais modelos, especialmente eletrificados, e pressão nos preços. Em setembro, carros novos acumularam inflação de só 0,71% em 12 meses; usados e seminovos ficaram 2,38% mais baratos.

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Mas tem o outro lado: o crédito para veículos chegou a R$ 311 bilhões, com alta real de 7%, puxada pelas pessoas físicas. Financiar abriu portas para muita gente trocar ou comprar o primeiro carro — mas a conta precisa caber no mês.

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A inadimplência entre pessoas físicas chegou a 6,6% em agosto de 2026. É o sinal amarelo do setor: vender mais é ótimo, mas crédito responsável, informação clara e parcelas sustentáveis fazem toda a diferença para ninguém ficar no aperto.

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E o Brasil não está só comprando: a Argentina recebeu 54,6% das exportações brasileiras de veículos de passageiros entre janeiro e setembro. Mercado interno aquecido, importações em alta e exportação concentrada: o mapa automotivo está mudando rápido.

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Resumo da estrada: há mais opções e preços menos pressionados, inclusive nos eletrificados. O desafio agora é transformar essa concorrência em acesso real — sem empurrar financiamento arriscado para quem já está com o orçamento no limite.

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