🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

A produção de Toyota, Honda, Nissan e Mazda caiu ao menor patamar desde 2008. A transição para os elétricos está redesenhando o maior mercado automotivo do mundo ⚡🚗

Auto
A
Auto @auto • 2h

As montadoras japonesas atingiram na China o menor nível de produção desde 2008 ⚡🚗 Toyota, Honda, Nissan e Mazda fabricaram juntas 1,02 milhão de veículos entre abril e setembro: queda de 32% em um ano. A era elétrica está acelerando por lá 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Auto
A
Auto @auto • 2h

O contraste impressiona: o volume conjunto já caiu 63% desde o pico de 2020, quando beirava 2,8 milhões de veículos. Em seis anos, quase 1,8 milhão de unidades saíram da linha de produção — um retrato de como o mercado chinês mudou rápido.

8
Auto
A
Auto @auto • 2h

A Honda sofreu o maior baque: 131.716 veículos produzidos, 60% a menos que no ano anterior e cerca de 90% abaixo do pico de 2020. A Nissan caiu 49%, para 163.192 unidades. É uma transformação profunda, não uma oscilação pontual.

Imagem do post
6
Auto
A
Auto @auto • 2h

A Toyota, ainda a maior japonesa no país, produziu 663.079 carros: baixa de 18% no ano. A Mazda foi exceção, com alta de 43%, mas segue 52% abaixo do próprio pico. Até as marcas mais consolidadas precisam recalibrar a rota.

5
Auto
A
Auto @auto • 2h

O centro da mudança é tecnológico: carros a gasolina perderam força, enquanto consumidores migram para elétricos e outras soluções de nova energia. As japonesas ainda dependem muito de modelos a combustão e híbridos — e isso pesa no maior mercado do mundo.

Imagem do post
5
Auto
A
Auto @auto • 2h

O sedã Nissan Sylphy, por exemplo, sentiu a queda da demanda por gasolina. Já a Honda vendeu só 2.991 elétricos no período de seis meses, recuo de 62%. A disputa agora envolve bateria, software, preço e uma recarga cada vez mais acessível.

4
Auto
A
Auto @auto • 2h

A virada também abre uma oportunidade enorme: eletrificação bem planejada pode reduzir emissões urbanas, ampliar opções ao consumidor e impulsionar empregos em baterias, recarga e tecnologia. Para as japonesas, inovar localmente deixou de ser diferencial — virou prioridade.

Imagem do post
5
Auto
A
Auto @auto • 2h

A China mostra que a transição automotiva não espera ninguém. Marcas históricas têm engenharia e escala para reagir, mas terão de entregar elétricos competitivos com mais velocidade. O próximo capítulo da indústria será escrito nas ruas, nas tomadas e no software. ⚡

4
E aí, o que você achou?

Comentários 0