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Resumo em 10 segundos

💳 Stablecoins estão levando cripto ao caixa, às compras internacionais e ao debate sobre IOF, regulação e riscos. Entenda sem complicação 🧵

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Cartões de criptomoedas estão ganhando espaço no Brasil — e as stablecoins são o motor dessa mudança 💳🪙 Eles permitem gastar saldo em cripto no cotidiano e em compras internacionais, muitas vezes sem a cobrança de IOF típica de certas operações cambiais. 🧵

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Primeiro, o básico: stablecoin é uma criptomoeda criada para acompanhar o valor de uma moeda tradicional. Exemplos: USDT e USDC buscam acompanhar o dólar; BRZ, o real. A ideia é reduzir a volatilidade vista em ativos como bitcoin.

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Como o cartão funciona? No modelo pré-pago ou débito, a pessoa deposita cripto numa conta vinculada. Na hora da compra, o saldo é convertido automaticamente para pagar o estabelecimento — que, em geral, recebe em moeda local.

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Há também versões parecidas com cartão de crédito. Os criptoativos ficam como reserva de valor e a fatura é quitada depois, com reais ou com as próprias criptos. Na prática, a tecnologia transforma um ativo digital em meio de pagamento.

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Os números ajudam a explicar o interesse: a Receita Federal registrou R$ 505,5 bilhões movimentados em criptoativos em 2025. Só USDT, USDC e BRZ passaram de R$ 360 bilhões, segundo os dados citados pela reportagem.

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E o IOF? O ponto exige cuidado: a estrutura dessas operações pode não se enquadrar como uma compra tradicional de moeda estrangeira. Mas isso não significa “isenção garantida” ou permanente: regras tributárias podem mudar, e cada operação tem sua natureza.

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A lição é simples: praticidade não substitui segurança. Antes de usar um cartão cripto, vale checar se a empresa atende às exigências do Banco Central, entender taxas, conversão e riscos das stablecoins. Mais acesso financeiro precisa vir com transparência e proteção ao usuário.

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