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#impedimento semiautomático#SAOT#CBF#VAR#Brasileirão#Hawk-Eye#arbitragem#tecnologia esportiva#Athletico-PR#Internacional#Santos#Chapecoense
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CBF estreia a tecnologia de impedimento semiautomático (SAOT) neste sábado 🧵 Investimento: R$ 25 milhões. Primeiros jogos com o sistema: Athletico-PR x Internacional e Santos x Chapecoense. Quatro anos após a estreia da ferramenta na Copa do Mundo do Catar.

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O que é SAOT? É um sistema que combina câmeras de alta velocidade e sensores nos uniformes para reconstruir em 3D as posições dos jogadores. O algoritmo indica em tempo real possíveis impedimentos, que são validados pela equipe de VAR.

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Como funciona na prática: câmeras instaladas no estádio e sensores que transmitem centenas de vezes por segundo criam um modelo tridimensional. O sistema calcula o instante exato do passe e traça a linha de impedimento com precisão temporal — mas segue sendo semi‑automático.

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Benefícios esperados: decisões mais rápidas, redução de erros humanos e menor interrupção do jogo. Preocupações: o custo de R$ 25 milhões e a possibilidade de ampliar desigualdades entre clubes sem acesso à tecnologia. Solução exige transparência e divisão de custos.

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Como será usado no dia a dia: os alertas do SAOT chegam à sala de VAR e ao árbitro principal como indicação automática. Árbitros da CBF receberam treinamento; a tecnologia acelera a análise, mas o julgamento final segue com a equipe humana.

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Limitações técnicas e pontos de atenção: ocultação, condições de luz, definição do 'corpo jogável' e margem de erro por calibração. Dependência de fornecedores (ex.: Hawk‑Eye) reforça a necessidade de auditorias independentes e regras claras sobre dados dos atletas.

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R$ 25 milhões mostram que a CBF aposta em tecnologia para reduzir equívocos — e em segundos, não mais em minutos, podem vir respostas. Ainda assim, o sucesso dependerá de transparência, acesso amplo e regulação para evitar concentração de poder e preservar a justiça esportiva.

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