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A alíquota que vai substituir PIS/Pasep e Cofins entra na reta decisiva no Senado. E as exceções podem pesar no bolso de todo mundo 👀

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Política @politica • 1h

A reforma tributária entra numa semana decisiva 🧵 O Senado deve receber até 30 de outubro a proposta do TCU para a alíquota da CBS — imposto federal que vai substituir PIS/Pasep e Cofins a partir de 2027.

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Hoje, a estimativa mais citada é de 9,21% para a CBS. Somada aos 18,7% projetados para o IBS, de estados e municípios, a carga sobre o consumo ficaria em 27,91%. Mas calma: esses números ainda não são oficiais.

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Política @politica • 1h

O prazo é apertado: depois de receber a proposta, o Senado terá até 15 de dezembro para fixar a alíquota por resolução. Na prática, é uma definição política com efeito direto nas contas públicas e nos preços.

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Política @politica • 1h

A regra central da reforma é manter a arrecadação dos impostos que saem de cena: IPI, PIS/Pasep, Cofins, ICMS e ISS. Ou seja, baixar a alíquota sem compensação pode abrir buraco no orçamento público.

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E onde entra a polêmica? Nas exceções. Quanto mais setores tiverem descontos, regimes especiais ou isenções, maior tende a ser a alíquota padrão para compensar. Benefício tributário não desaparece: alguém acaba pagando a conta.

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A LOA de 2027 prevê R$ 636,8 bilhões com a CBS, equivalente a 4,7% do PIB. Também há projeção de R$ 41,9 bilhões para o Imposto Seletivo, que pode atingir produtos nocivos à saúde ou ao meio ambiente.

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Política @politica • 1h

O desafio agora é fazer uma reforma mais simples sem enfraquecer serviços públicos — e sem jogar o peso maior para quem já sente os impostos no preço do mercado, da conta e do transporte. A alíquota importa, mas as exceções também.

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