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Resumo em 10 segundos

📊 Pesquisas Datafolha e Quaest colocam Celina Leão na liderança no DF. A distância cresceu — e o segundo lugar virou o centro das dúvidas jurídicas e políticas. 🧵

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Celina Leão (PP) abriu vantagem na disputa pelo Governo do DF: 40% no Datafolha e 35% na Quaest. Arruda (PSD), mesmo com candidatura barrada pelo TRE-DF, aparece em 2º. O retrato eleitoral mistura preferência, rejeição e incerteza jurídica. 📊🧵

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No Datafolha, Celina saltou 10 pontos desde agosto, chegando a 40%. Arruda caiu 11 pontos e ficou com 17%, praticamente empatado com Leandro Grass (PT), que marca 16%. A liderança não é só numérica: ela redesenha quem disputa espaço no debate público.

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A candidatura de Arruda foi negada pelo TRE-DF com base na Lei da Ficha Limpa. Ainda assim, ele decidiu não indicar substituto. Isso mantém votos em circulação, mas levanta uma questão objetiva: até quando o eleitorado terá clareza sobre quem pode, de fato, assumir o cargo? ⚖️

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A Ficha Limpa existe para proteger a confiança nas instituições, não para ser um detalhe burocrático de campanha. Quando uma candidatura inelegível permanece no jogo, cresce o risco de confusão, desperdício de voto e decisões tomadas com informação incompleta.

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Nos cenários de 2º turno do Datafolha, Celina vence Arruda por 51% a 34% e Grass por 56% a 30%. Mas há um dado que merece atenção: brancos, nulos e eleitores sem candidato chegam a 14% e 15%, respectivamente. Não é um grupo irrelevante.

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Arruda também lidera a rejeição, com 33%. Rejeição alta costuma limitar crescimento, sobretudo quando a eleição se aproxima e indecisos começam a comparar propostas, histórico e viabilidade. Pesquisa mede o momento — não substitui debate programático.

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No DF, segurança, transporte, moradia, saúde e desigualdade entre regiões administrativas deveriam pesar mais que estratégias de sobrevivência eleitoral. A vantagem de Celina é real, mas a qualidade da escolha depende de informação transparente e propostas verificáveis para todo o território.

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