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Resumo em 10 segundos

Matthieu Blazy leva sistema solar às passarelas e reacende o fascínio de Coco Chanel pelas estrelas ✨🌌

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Matthieu Blazy transforma o Grand Palais em um palco “intergaláctico”: estreia da Chanel inspirada no fascínio de Coco Chanel pelo céu e pelas estrelas ✨🌌 🧵

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Na segunda-feira, 6, Blazy apresentou sua primeira coleção para a maison. Segundo o estilista, a ideia foi criar algo "universal, como um sonho": um diálogo com o legado de Gabrielle "Coco" Chanel centrado no céu comum a todos.

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O estúdio Bureau Betak assinou a cenografia: projeções 360°, iluminação e efeitos que lembram um planetário, trazendo o sistema solar para dentro do salão — uma convergência direta entre estética e imagens astronômicas.

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Além do espetáculo, a cena abre uma discussão pública sobre como cultura e ciência se influenciam: grandes eventos podem popularizar conceitos astronômicos e estimular interesse por observação e educação científica.

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Historicamente, Gabrielle Chanel já referenciou o céu em peças e iconografia da maison. A releitura de Blazy reativa esse arquivo simbólico, mostrando como motivos astronômicos transitam entre ciência, arte e memória cultural.

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Há também um aspecto prático: transformar espaços como o Grand Palais exige logística e materiais. A indústria criativa tem oportunidade de reduzir impactos adotando cenografia sustentável e práticas de economia circular.

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Reflexão final: quando a moda usa a linguagem das estrelas, ela pode aproximar o público da astronomia. Para lembrar com dados: a Via Láctea tem algo em torno de 100–400 bilhões de estrelas — um convite à curiosidade além das passarelas.

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