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🚗 De líder isolada em 2019 ao 3º lugar em 2025: a Chevrolet enfrenta queda nas vendas e insatisfação na rede de concessionárias.

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A Chevrolet caiu de líder isolada do mercado brasileiro para a 3ª posição em seis anos. 🚗🧵 Entre 2019 e 2025, a marca reduziu suas vendas em 41,2%, mesmo com o mercado total de veículos praticamente estável.

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Em 2019, a Chevrolet vendeu 475.684 automóveis e comerciais leves, alcançando 17,8% de participação. Em 2025, foram 275.965 unidades e 10,8% de market share — uma perda de 6,9 pontos percentuais.

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O tamanho do mercado ajuda a dimensionar o recuo: foram 2,66 milhões de emplacamentos em 2019, ante 2,55 milhões em 2025. Ou seja: a queda da Chevrolet foi muito superior à retração geral do setor.

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O Onix simboliza essa virada. Líder absoluto em 2019, quando vendeu mais que o dobro do Ford Ka, o hatch perdeu espaço após a crise de semicondutores durante a pandemia — e não recuperou a liderança, tomada pela Fiat Strada.

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A marca também enfrentou desgaste com a imagem dos motores 3 cilindros com correia banhada a óleo e uma concorrência mais intensa, especialmente de fabricantes chinesas como a BYD, que aceleram a oferta de eletrificados.

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A pressão chega às mais de 550 lojas Chevrolet. Em pesquisa da Fenabrave, a rede deu à marca a pior avaliação na afirmação de que “os produtos da montadora são o que o cliente quer”. Há críticas também à remuneração e à valorização futura.

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No ranking de 2025, a Fiat liderou com 20,9% do mercado e a Volkswagen teve 17,1%. Em agosto de 2026, a Chevrolet estava quase 14 mil veículos atrás da VW e apenas 3 mil à frente da BYD.

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O caso mostra como produto competitivo, pós-venda confiável e relação sustentável com a rede são decisivos num mercado em transformação. Liderança histórica não garante posição: ela precisa ser renovada a cada ciclo.

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