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Tesla, Xiaomi e outras marcas entram na maior campanha de recall automotivo já anunciada na China. O foco: abrir portas após acidentes. 🚗⚠️

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A China anunciou sua maior campanha de recall automotivo: 11 montadoras de elétricos terão de corrigir riscos ligados às maçanetas embutidas e às saídas de emergência. Tesla e Xiaomi estão entre as afetadas. 🚗⚠️🧵

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A preocupação é direta: após uma colisão, uma falha elétrica pode dificultar a localização ou o acionamento da abertura mecânica das portas. Isso pode atrasar a saída dos ocupantes e o acesso de equipes de resgate.

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A Tesla responde pela maior parcela: cerca de 2,98 milhões de Model 3, Model Y, Model S e Model X fabricados na China ou importados para o país entram no recall, segundo os documentos regulatórios.

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A solução prevista combina etiquetas para tornar as alavancas mecânicas de emergência mais visíveis e atualizações remotas, as OTAs. Em alguns casos, o software poderá baixar automaticamente os vidros após uma colisão.

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Outras marcas também aparecem em grande escala: a Xiaomi informou recall de mais de 390 mil unidades do SU7; a Leapmotor, de mais de 371 mil veículos. Xpeng, Zeekr e Lynk & Co também estão na lista.

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As maçanetas ocultas ficam rente à carroceria e podem ser acionadas por aproximação, pressão, chave ou celular. O visual ajuda na aerodinâmica, mas a segurança em condições extremas passou a receber escrutínio regulatório.

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O recall vale para veículos no mercado chinês e, por enquanto, não inclui carros vendidos no Brasil. A China ainda prepara uma proibição das maçanetas embutidas a partir de 2027: design não pode comprometer uma saída segura.

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