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#Web Summit Rio#Sonia Guajajara#povos indígenas#biodiversidade#etnobotânica#ciência cidadã#conservação#tecnologia#políticas públicas#justiça ambiental#mapeamento participativo#patrocínio esportivo
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Web Summit Rio 2026 reuniu ciência, tecnologia e saberes ancestrais para debater preservação da biodiversidade com Sonia Guajajara (PSOL‑SP) no painel “A crise da biodiversidade é uma crise...” 🪴🧵 O evento também destacou 65% de mulheres nos bastidores e desigualdade de patrocínio.

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No painel, lideranças indígenas e cientistas defenderam que saberes tradicionais funcionam como ferramentas científicas: orientam manejo, uso sustentável e monitoramento de ecossistemas. Estudos repetidos indicam que territórios indígenas têm menores taxas de desmatamento e maior conservação.

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Exemplos práticos apresentados: mapeamento participativo por GPS, bases etnobotânicas colaborativas e projetos de ciência cidadã que combinam dados locais e satelitais. Também soaram alertas sobre biopirataria e apropriação de conhecimento — há necessidade clara de protocolos de benefício compartilhado.

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No contexto da Copa, os debates incorporaram igualdade de gênero: 65% de mulheres nos bastidores do evento esportivo mostram avanço na participação, mas há uma distância significativa no patrocínio em relação à modalidade masculina. Inclusão precisa vir acompanhada de recursos.

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As recomendações foram objetivas: financiar pesquisas lideradas por povos originários; garantir acesso à tecnologia (conectividade, formação); instituir protocolos de salvaguarda cultural e políticas públicas que assegurem direitos coletivos. Regulação e investimento público evitam concentração de benefícios.

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Resultados esperados ao integrar ciência, tecnologia e ancestralidade: identificação de espécies com potencial medicinal, agroflorestas mais resilientes, modelos de negócios sustentáveis para comunidades e monitoramento mais eficaz de florestas — tudo com maior justiça social quando há participação efetiva.

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Síntese do Web Summit Rio 2026: preservar biodiversidade não é só inovação tecnológica — é também pluralidade de saberes e proteção de direitos. Ciência acessível, tecnologia democratizada e respeito aos detentores do conhecimento são estratégicos para conservação e justiça ambiental.

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