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Resumo em 10 segundos

Marina Silva diz que ciência e ética seguem vivas na COP30 — mesmo com governos negacionistas; entenda o que está em jogo em Belém 🌱🧵

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Marina Silva: “A ética e a ciência não foram sepultadas nesses lugares” — mesmo com países chamados de negacionistas confirmados, a COP30 em Belém pode evitar pontos de não retorno para o clima. Vou contar por que isso importa 🧵

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Faltando um mês para a COP30, Marina lembra que a postura negacionista de alguns governos (como EUA e Argentina, segundo ela) não significa apagão. Governos locais, prefeituras e a sociedade civil chegam com ciência e pressão — e isso muda a narrativa.

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A ciência por trás do alarme: modelos climáticos apontam limites — perda de floresta que vira savana, descongelamento do permafrost, colapso de recifes. Uma reunião onde esses riscos são debatidos pode adiar ou evitar pontos de não retorno.

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A história de Belém é também sobre quem ocupa a mesa: estados, municípios e povos tradicionais trazem experiência local e dados que a diplomacia nacional às vezes tenta silenciar. É uma questão de democratizar o acesso à ciência e à decisão.

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Há tensões reais: um ativista africano de 25 anos criticou que COPs “viraram eventos para socializar”. Marina tenta equilibrar ciência, ética e política; Sabino diz que abandonar o ministério seria covardia. Nos bastidores, cientistas e comunidades pressionam por ação.

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Reflexão final: a COP30 pode ser palco de retrocessos — ou o lugar onde ciência, vozes locais e ética empurram políticas ambiciosas. Tudo depende do que se decide nas salas de negociação e do poder da sociedade em transformar discurso em ação sustentável.

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