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Resumo em 10 segundos

🏦 O bitcoin está prestes a entrar no cofre de um dos maiores bancos do mundo. Entenda o que o Custody+ do Citi sinaliza para o mercado cripto. 🧵

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🏦 O Citi planeja lançar custódia de bitcoin para clientes institucionais ainda este ano — no mesmo ambiente em que já guarda ações e títulos. Para o BTC, é mais um passo rumo ao coração de Wall Street. 🧵

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A novidade vem dentro do Custody+, plataforma criada para unificar custódia, liquidação, câmbio e gestão de caixa. A ideia é simples: instituições poderão administrar ativos tradicionais e bitcoin sob o mesmo framework.

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Na prática, um grande fundo que já usa o Citi não precisaria contratar um custodiante cripto separado para ter exposição ao BTC. Menos sistemas paralelos, menos fricção operacional — e uma porta de entrada mais familiar para esse público.

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O banco não está começando do zero. Sua operação de custódia atende mais de 100 mercados e possui rede própria em 62 deles. Agora, essa estrutura global pode passar a abrigar bitcoin, inicialmente como o único criptoativo do serviço.

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O pano de fundo é tecnológico: o Citi diz que mais de 80% dos eventos de custódia nos EUA já são processados em tempo real. Com o novo sistema, os prazos caíram até 92%, e 96% das operações terminam em até duas horas.

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Também há uma virada regulatória por trás da história. Após a retirada do SAB 121 pela SEC em 2025, bancos americanos ganharam mais espaço para custodiar criptoativos de clientes — uma barreira contábil importante deixou de pesar.

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O Citi entra em um terreno já explorado por BNY, Fidelity Digital Assets e Coinbase. A disputa agora não é só por guardar chaves: é por controlar a infraestrutura que conecta capital institucional ao universo cripto.

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A custódia bancária pode ampliar o acesso institucional ao bitcoin, mas também concentra uma camada decisiva do mercado em poucos gigantes financeiros. O próximo capítulo será descobrir se a conveniência virá acompanhada de concorrência, transparência e segurança à altura.

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