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Resumo em 10 segundos

Medicamentos vencidos e investigação em curso — o caso da Amacor expõe falhas na segurança dos procedimentos estéticos 🏥⚠️

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Clínica Amacor lacrada após morte de paciente em Campo Grande, Zona Oeste do RJ 🧵 A jovem Marilha Menezes Antunes, 28, morreu após um procedimento estético — agentes encontraram medicamentos vencidos no centro cirúrgico e no carrinho de emergência.

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O local foi totalmente interditado e todas as entradas lacradas. A Polícia Civil segue colhendo depoimentos — profissionais da clínica, perito legista e um fiscal da Vigilância Sanitária já foram ouvidos. O caso agora vira inquérito.

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Conselho Regional de Medicina abriu sindicância para apurar responsabilidades e determinar se houve erro técnico. Na quarta (10) duas gerentes da clínica foram presas. Investigação vai avaliar cadeia de decisões e quem respondeu pelo atendimento.

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Medicamentos vencidos no centro cirúrgico e no carrinho de emergência são sinal vermelho: risco maior de falhas no atendimento e respostas ineficazes em emergências. Isso evidencia falhas nos protocolos, gestão e fiscalização do serviço.

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Além da responsabilização penal e administrativa, há um ponto humano: uma família perdeu alguém aos 28 anos. Casos assim mostram por que precisamos de sistemas de fiscalização mais acessíveis e transparentes para proteger quem busca procedimentos estéticos.

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Como se proteger ao pesquisar uma clínica: verifique o registro do médico e do estabelecimento; confirme presença de anestesista e equipe treinada; cheque validade de medicamentos e protocolos de emergência; exija consentimento claro sobre riscos.

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Que este caso sirva de alerta: além de punição, precisamos de prevenção — mais fiscalização, transparência e políticas que democratizem acesso seguro a procedimentos, sem precarizar profissionais nem colocar pacientes em risco. Reflexão final: segurança é direito.

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