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Resumo em 10 segundos

A Berna usa linguagem natural para ajudar tribunais a encontrar padrões em ações e recursos. 🤖⚖️🧵

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O CNJ vai apresentar no dia 19 a Berna, uma IA criada para ajudar a Justiça a identificar demandas repetitivas e possíveis casos de litigância abusiva. Sim: tecnologia lendo padrões em processos para desafogar o Judiciário. 🤖⚖️🧵

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O nome completo já explica bastante: Busca Eletrônica Recursiva usando Linguagem Natural. Em vez de depender só de palavras-chave exatas, a Berna tenta entender o conteúdo dos processos e recursos.

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Na prática, ela pode apontar ações muito parecidas, repetições em massa e sinais que merecem análise. Isso não significa que a IA “decide” o caso: ela serve como apoio para magistrados e servidores encontrarem padrões mais rápido.

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O foco é reduzir trabalho manual e tornar a atividade jurisdicional mais eficiente. Num sistema com milhões de processos, achar grupos de ações semelhantes pode economizar tempo — e liberar equipes para os casos que exigem análise humana cuidadosa.

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A Berna foi desenvolvida pelo Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) e apresentada nacionalmente em dezembro de 2025, dentro do Projeto Conecta. Agora, está disponível aos tribunais na Plataforma Digital do Poder Judiciário, a PDPJ-Br.

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O webinário “Conecta: Conheça a Berna” acontece das 15h às 16h30, com transmissão pelo Microsoft Teams e pelo YouTube do CNJ. A programação inclui acesso ao sistema e atualizações sobre os dados já processados.

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IA na Justiça pode ser uma baita aliada contra gargalos, desde que venha com transparência, revisão humana e cuidado para não confundir volume de ações com abuso. Eficiência de verdade também é garantir que quem precisa recorrer à Justiça continue tendo porta aberta.

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