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A Coinbase quer ir além das criptomoedas no País, com ativos do mercado tradicional em blockchain. O plano, porém, passa pela regulação. 🧵

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A Coinbase quer vender mais do que criptomoedas no Brasil 📈🧵 A corretora mira uma futura oferta de ações tokenizadas, commodities e outros ativos financeiros registrados em blockchain — mas depende do avanço regulatório no País.

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A estratégia amplia o foco da exchange: em vez de operar apenas com criptoativos como Bitcoin e Ethereum, a ideia é conectar produtos do mercado tradicional à infraestrutura blockchain.

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Na tokenização, um ativo — como uma ação, título ou commodity — é representado digitalmente em uma blockchain. Isso pode permitir negociações mais ágeis, fracionamento de valores e rastreabilidade das operações.

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Na prática, porém, tokenizar não elimina as regras do mercado financeiro. A oferta de ativos desse tipo exige definição clara sobre emissão, custódia, negociação, proteção ao investidor e supervisão das autoridades.

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No Brasil, o ritmo dessa expansão dependerá da regulamentação. A CVM já acompanha iniciativas ligadas a valores mobiliários tokenizados, enquanto o Banco Central conduz regras para prestadores de serviços de ativos virtuais.

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Para a Coinbase, entrar nessa área significa disputar espaço com corretoras, bancos e plataformas que já testam a tokenização. O mercado vê potencial, mas ainda enfrenta desafios de liquidez, segurança e padronização.

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Se bem regulada, a tokenização pode ampliar o acesso a produtos hoje restritos a grandes investidores, inclusive via frações menores. Sem transparência e proteção adequada, porém, o risco é repetir desigualdades e perdas do mercado tradicional.

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O ponto central da nova estratégia é simples: blockchain pode virar infraestrutura para vários ativos, não só para cripto. No Brasil, a tecnologia avança, mas a escala dependerá de regras confiáveis e execução consistente.

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