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Resumo em 10 segundos

🌍 A OIT vê uma oportunidade concreta: usar acordos comerciais para ampliar direitos, diálogo social e inclusão no mercado de trabalho. 🧵

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Comércio e trabalho estão cada vez mais conectados — e isso pode ser uma ótima notícia para milhões de pessoas. 🌍 A OIT defendeu em Bruxelas que acordos comerciais reforcem padrões internacionais de trabalho, com salvaguardas reais. 🧵

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Hoje, cerca de 1 em cada 3 acordos comerciais notificados à Organização Mundial do Comércio já inclui cláusulas trabalhistas. E, entre eles, aproximadamente 70% fazem referência aos princípios e direitos fundamentais da OIT.

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Na prática, essas cláusulas podem incentivar governos a transformar compromissos em ação: atualizar leis, fortalecer instituições, qualificar equipes e ampliar o diálogo entre trabalhadores, empresas e Estado. Comércio com mais responsabilidade é possível.

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Um exemplo citado pela OIT é o acordo entre União Europeia e Vietnã. A cooperação apoiou reformas na legislação trabalhista, a ratificação de convenções fundamentais e o fortalecimento do diálogo social no país.

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O desafio agora é conectar políticas que ainda costumam caminhar separadas: comércio, investimento, trabalho, empresas e economia digital. Afinal, uma mesma atividade pode ser afetada por todas elas ao mesmo tempo.

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As plataformas digitais mostram o tamanho da oportunidade: elas reduzem barreiras e podem abrir mercados globais para trabalhadores e pequenos negócios. Mas a pergunta decisiva é se gerarão formalização e proteção — ou só digitalizarão a informalidade.

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A mensagem da OIT é direta e promissora: regras comerciais bem desenhadas podem fazer o crescimento circular com mais direitos, renda e voz para quem trabalha. Num mundo conectado, prosperidade sustentável precisa incluir as pessoas que a constroem.

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