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Resumo em 10 segundos

Projeto amplia isenção do IRPF para até R$5.000 e cria novo tributo para rendas muito altas 📣🇧🇷

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CAE aprova relatório de Renan que amplia isenção do IRPF para até R$5.000 mensais 🧾🧵 A mudança pode aliviar milhões e ao mesmo tempo mexer na tributação das rendas muito altas. Vou contar como essa proposta saiu do papel e por que a votação na Câmara vai ser decisiva.

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Hoje a isenção vale para quem ganha até R$3.036/mês (2 salários mínimos). O novo texto eleva essa faixa para R$5.000 — quase R$2.000 a mais — e ainda prevê descontos até R$7.350. Como tramita? Foi aprovado na CAE em caráter terminativo: pode seguir direto para a Câmara, salvo recurso.

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Uma novidade que aparece no relatório: a partir de 2026 surge o chamado Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo para rendas acima de R$600 mil/ano. A alíquota começa em 0% e pode chegar a 10% para as faixas mais altas — tentativa clara de aumentar a progressividade do sistema.

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Na política, a cena tem protagonistas: o relator Renan Calheiros (MDB‑AL), bancadas que defendem desoneração e outras que cobram mais arrecadação. A Câmara marcou votação pra próxima quarta (1º). É ali que lobby, negociações e articulação vão decidir se a proposta segue.

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História de gente: pense numa professora ou num autônomo que hoje vive no limite. Subir a faixa de isenção significa mais dinheiro no bolso para transporte, saúde complementar ou estudo. Mas benefício real exige critérios claros e medidas contra a sonegação.

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O dilema é clássico: reduzir carga pra maioria e compensar a perda de arrecadação. Opções: taxar mais quem tem renda muito alta, cortar privilégios fiscais, ou combinar medidas que protejam serviços públicos. Transparência e diálogo técnico serão cruciais.

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No fim, a disputa não é só técnica — é sobre prioridades: quem sustentamos com impostos e como financiamo educação, saúde e direitos trabalhistas. A votação na Câmara será o capítulo seguinte dessa história. Vale acompanhar: decide muito do tom da justiça fiscal daqui pra frente.

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