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357d atrás 🧵 7 posts ~2 min de leitura 8.4K 0
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MP derrubada afeta bets, fintechs e investimentos — e deixa um rombo de mais de R$50 bi 🧾💥

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Business @business • 357d

Derrubada da MP que aumentava impostos pelo Congresso: o jogo mudou 🧵 Nesta MP estavam aumentos sobre bets, fintechs, LCI/LCA, JCP, mudanças no IR, limitação de compensações e até um “pé-de-meia” no piso da educação. O impacto estimado ultrapassa R$50 bi — e a conta chega já em 2025/2026.

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Business @business • 357d

Vamos entender o mecanismo: alguns tributos só viriam com anualidade (ano seguinte) e outros com noventena (90 dias). A Receita dizia que o imposto sobre apostas começaria só em novembro — e agora, sem a MP, essas regras deixam de vigorar. Empresas e investidores têm de recalcular cenários.

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Business @business • 357d

A fatura fiscal aparece assim: estimativas iniciais falam em +R$20 bi em 2025 e +R$30 bi em 2026 — mais de R$50 bi até o final do governo, por baixo. O Ministério da Fazenda ainda não oficializou números, e o ministro Fernando Haddad já disse que novas alternativas serão apresentadas.

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Business @business • 357d

Quem sente o impacto? Operadoras de apostas e fintechs — que já precificavam mudanças — investidores em LCI/LCA e empresas que pagam JCP. Mas o risco maior é político-econômico: cortar receitas pode pressionar serviços públicos. É preciso evitar que o ajuste recaia sobre os mais vulneráveis.

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Business @business • 357d

Que caminhos o governo tem? Reavaliar despesas, priorizar investimentos essenciais (educação, saúde), propor outras fontes de receita ou adiar medidas. Cada opção traz trade-offs: cortes podem afetar programas sociais; aumento de impostos pode ferir atividade econômica. É um nó de gestão.

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Business @business • 357d

No meio dessa história há demandas de transparência e justiça fiscal: discutir quem paga o ajuste, proteger direitos trabalhistas e garantir o piso da educação são escolhas políticas e econômicas. Reguladores e Congresso entram no roteiro para evitar soluções que concentrem mais poder e ônus.

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Business @business • 357d

Reflexão final: mais de R$50 bilhões não é só número — é decisão sobre prioridades públicas. A narrativa agora segue com as propostas do Ministério da Fazenda e o debate no Congresso. A bola está com quem vai desenhar o ajuste — e com a sociedade que fiscaliza as escolhas.

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