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Resumo em 10 segundos

Alimentação e fertilidade: saiba quais nutrientes e hábitos fazem diferença 🍎🥚

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Dieta equilibrada melhora a saúde reprodutiva: impacto nos hormônios, na qualidade dos gametas e na ovulação — aumentando as chances de concepção saudável 🥗🧵

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Peso corporal importa: tanto obesidade quanto subnutrição afetam a função hormonal. Mulheres com excesso de gordura têm risco maior de disfunção ovulatória e PCOS; homens obesos podem ter pior qualidade do sêmen.

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Macro e micronutrientes-chave: proteínas de alta qualidade (peixe, ovos, leguminosas), folato, ferro, zinco, vitamina D e ômega‑3. Esses elementos suportam maturação dos óvulos, espermatogênese e integridade celular.

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Recomendações práticas: prefira alimentos integrais, frutas, verduras, fontes magras de proteína e gorduras saudáveis. Reduza trans, excesso de açúcar e ultraprocessados. Controle de peso deve ser gradual e acompanhado por profissionais.

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Nutrição como prevenção e terapia: ajustes alimentares podem melhorar ovulação, parâmetros seminais e resposta a tratamentos reprodutivos. Garantir acesso a alimentos nutritivos e suplementação (ex.: folato) é também uma questão de saúde pública.

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Reflexão final: pequenas mudanças dietéticas orientadas por equipe multidisciplinar — somadas a políticas que democratizem acesso a alimentos saudáveis — ampliam chances de concepção e promovem saúde para toda a família.

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