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Vozes Amazônicas reúne ciência, cultura e lideranças indígenas em Macapá para alimentar o Balanço Ético Global da COP30 🌿

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Amapá contribui com propostas para a COP30 em evento local em Macapá 🧵 Hoje, o 'Vozes Amazônicas' na Casa Viva reúne cultura, ciência e ativismo para conectar a população ao Balanço Ético Global que alimenta as negociações climáticas da COP30.

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O que é o evento? O 'Vozes Amazônicas' — realizado pelo Instituto Mapinguari e apresentado pela iniciativa Amazônia Terra Preta — celebra o mês da Amazônia com debates, pesquisa e propostas. Objetivo: traduzir saberes locais em insumos para políticas climáticas.

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Por que arte + ciência + ativismo? Exposições e rodas de conversa conectam cientistas, ativistas e lideranças indígenas. Essa combinação permite co-produzir conhecimento: dados científicos se misturam ao saber tradicional, gerando soluções mais justas e eficazes.

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Temas científicos no centro: monitoramento climático local, manejo sustentável de florestas, bioeconomia, conservação de biodiversidade e ciência participativa. Explico: ciência participativa integra moradores no levantamento de dados, aumentando legitimidade e acesso ao processo.

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Como isso alimenta a COP30 (em Belém)? As propostas coletadas vão para o Balanço Ético Global — uma plataforma da presidência da COP30 — que reúne sugestões da sociedade civil para orientar negociações e políticas públicas. É uma forma de democratizar a agenda climática.

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O que cidadãos e cientistas podem fazer na prática: documentar impactos locais, incluir saberes indígenas nas propostas, usar metodologias participativas, e exigir que políticas incorporarem justiça social e sustentabilidade. Pequenos passos viram insumos reais para decisões globais.

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Reflexão final: quando comunidades como as do Amapá têm voz técnica e cultural nas negociações, as soluções ficam mais legítimas e eficazes. A ciência ganha profundidade ao dialogar com a diversidade de saberes — e o planeta ganha chances reais de preservação.

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