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O governo tenta avançar com ampliação da isenção do IRPF e taxação de LCA/LCI — entenda o que está em jogo e como isso impacta renda, investimento e políticas públicas 📊

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Governo pressiona por pautas tributárias: ampliação da faixa de isenção do IRPF e tributação de LCA/LCI ganham força no Congresso 📢🧵

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O que aconteceu no Senado? A Comissão de Assuntos Econômicos aprovou texto que amplia a faixa de isenção do IRPF — alinhado à proposta do Executivo. Em linguagem simples: mais pessoas poderiam ficar fora do pagamento do imposto de renda pessoa física.

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Por que isso importa? Ampliar a faixa de isenção reduz carga para assalariados de baixa/média renda, mas tem custo fiscal. O senador Renan Calheiros disse que o Senado quer sinalizar apoio ao presidente, evitando alterações que 'desvirtulem' a proposta.

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E a Câmara? Há autonomia entre casas. Hugo Motta informou que levará o texto ao plenário na semana que vem; Arthur Lira (relator na Câmara) nega atraso. Isso mostra a dinâmica: aprovação depende de negociação política entre Senado, Câmara e base aliada.

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Sobre LCA e LCI: são investimentos de renda fixa com isenção de IR para pessoa física, muito usados por investidores. A Fazenda estuda tributar essas aplicações para ampliar a base tributária — a ideia é arrecadar sem aumentar a carga direta sobre salários.

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Pontos para avaliar com calma: 1) Quem realmente pagará a conta — pequenos poupanças vs grandes investidores? 2) Como usar a receita — saúde, educação e políticas de inclusão podem legitimar a medida? 3) É preciso evitar brechas que beneficiem oligarquias financeiras.

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Reflexão final: mudanças tributárias são escolhas políticas que moldam desigualdade e acesso a serviços. Acompanhar calendário, emendas e compensações é essencial — porque nos detalhes fica definido quem ganha e quem perde.

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