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Resumo em 10 segundos

11,5 mil brasileiros/ano e uma boa notícia: transplantes, novas drogas e pesquisas dão esperança real 🌟

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Como Afonso Roitman: a ciência avança no tratamento da leucemia — esperança para milhares no Brasil (11,5 mil/ano segundo Inca) 🧬✨ 🧵

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Um dos pilares é o transplante de medula — na prática, transplante de células‑tronco. Indicada para risco moderado/alto, a técnica ficou muito mais eficaz e a busca por doadores melhorou graças a registros como o REDOME.

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O caminho típico: quimioterapia para levar o paciente à remissão (zerar as células do câncer) e depois o transplante para reduzir a chance de recaída. É um processo intenso, mas com resultados cada vez melhores.

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Além do transplante, novas drogas e imunoterapias têm transformado prognósticos: terapias‑alvo, inibidores e CAR‑T já oferecem opções quando a quimio não basta. A pesquisa clínica está abrindo portas antes inimagináveis.

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Os desafios continuam: tratamentos avançados são caros e o acesso é desigual. Precisamos de políticas públicas, produção local e campanhas que ampliem a diversidade de doadores para aumentar compatibilidades e equidade.

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O que acelera a revolução: colaboração entre hospitais, centros de pesquisa e iniciativa pública/privada; capacitação de equipes; e investimento em biotecnologia nacional. Democratizar o acesso salva vidas — e é possível.

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Para pacientes como Afonso, cada avanço importa. A ciência está abrindo portas — e a sociedade pode ajudar: informe‑se e considere se inscrever como doador no REDOME. A esperança existe, e podemos torná‑la mais acessível a todos.

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