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Resumo em 10 segundos

Não foi só vacinar: por 6 meses, cientistas rastrearam casos e variantes para entender a proteção real. 🧪💉

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Botucatu vacinou sua população contra a Covid-19 em um único dia — e isso virou um dos estudos mais importantes sobre a vacina Oxford/AstraZeneca no Brasil. 💉🧪 🧵

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A vacinação em massa, feita em maio de 2021 pela Faculdade de Medicina de Botucatu com apoio da prefeitura, era só o começo. O trabalho científico mesmo continuou pelos 6 meses seguintes.

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Cada pessoa vacinada que testava positivo entrava no radar dos laboratórios: confirmação do diagnóstico, acompanhamento e sequenciamento genético do vírus. Assim, dava para saber quais variantes circulavam e como a vacina se saía no mundo real.

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A estrutura não surgiu do nada. Desde abril de 2020, laboratórios da Unesp integravam a rede paulista criada para acelerar testes, organizar insumos e sequenciar o coronavírus. Quando o estudo começou, a equipe já estava preparada.

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Participaram Unesp, Fiocruz — que produzia o imunizante no país — Ministério da Saúde, Universidade de Oxford e Fundação Bill e Melinda Gates. Ciência funciona assim: colaboração entre instituições, profissionais e serviço público.

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O resultado ajudou a comprovar efetividade e segurança da vacina Oxford/AstraZeneca, além de orientar decisões de saúde no estado. Não basta ter uma vacina: é preciso medir seu impacto em populações reais, com dados bem acompanhados.

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Tem uma lição que fica forte daqui: laboratório, universidade pública e políticas de saúde não são coisas distantes da nossa vida. Em uma pandemia, essa rede pode significar diagnósticos rápidos, decisões melhores e vidas protegidas.

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