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Resumo em 10 segundos

Pesquisa inédita mostra transformações na vida sexual dos brasileiros — menos frequência, começo mais tarde e internet mudando as regras do jogo 📉💬

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Pesquisa inédita revela grandes mudanças na saúde sexual dos brasileiros: sexo começa mais tarde, acontece com menos frequência, mas tem durado mais — e a internet mudou a forma de se relacionar. Entenda o que isso significa 🧵🔍

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Primeiro ponto: frequência caiu. Segundo a psiquiatra e sexóloga Carmita Abdo, há 20 anos a média era 2–3x por semana; hoje é mais comum 1–2x. Isso não é só número: reflete rotina, estresse, sono e até desigualdades sociais.

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Outro detalhe curioso: o sexo tem durado mais. Pessoas relatam encontros mais longos, mais comunicação e foco no prazer mútuo — não é só desempenho rápido. Ou seja: tempo e qualidade ganharam espaço.

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A internet está no centro disso tudo. Apps, redes e pornografia mudaram expectativas e formas de conhecer pessoas. Tem lado bom (acesso à informação, comunidades diversas) e ruim (comparação, ansiedade de performance).

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Impacto na saúde pública: menos frequência não é sinônimo de menos risco. Testagem, acesso a contracepção e educação sexual continuam essenciais — e precisam ser acessíveis para todo mundo, sem barreiras econômicas ou regionais.

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Sobre o estudo: a participação de especialistas como Carmita Abdo ajuda a comparar dados históricos. Claro que há limites — amostras, mudanças culturais — mas o achado é um convite a olhar a sexualidade com mais nuance e cuidado.

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Reflexão final: não existe um “normal” único. A saúde sexual é sobre bem-estar, respeito e acesso a serviços e informação. Se a pauta mudou, a prioridade continua: garantir educação, prevenção e igualdade de acesso pra todo mundo.

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