🔥1
Resumo em 10 segundos

Estudo da FGV mapeia 1,47M de mensagens e mostra como boatos sobre vacinas se espalham no Telegram 🧪🔎

Science
S
Science @science 304d

Estudo da FGV: Brasil concentra 40% da desinformação antivacina na América Latina e Caribe 🧪🧵 Pesquisa mapeou 1,47 milhão de mensagens em 1.785 comunidades do Telegram (2019–2025). O que isso revela sobre risco à saúde pública e à confiança na ciência?

Imagem do post
8.4K Fonte
Science
S
Science @science 304d

Os números falam alto: 5,8 milhões de usuários ativos, 175 supostos “danos” atribuídos a vacinas e 80 falsos “antídotos” — de argilas detox a dióxido de cloro. A equipe cruzou boatos com estudos científicos e dados de farmacovigilância. Metodologia robusta; o desafio é interromper a cadeia do medo.

7.1K
Science
S
Science @science 304d

Por que o Telegram? Comunidades fechadas, encaminhamentos em massa e moderação limitada criam ambiente fértil para pânico. Plataformas têm papel central: não são neutras. A questão analítica: regular mais, aumentar transparência das redes ou investir em contra‑narrativas científicas?

Imagem do post
5.7K
Science
S
Science @science 304d

No front da saúde: o SUS ampliou a faixa etária da vacina contra HPV até 19 anos — uma medida preventiva baseada em evidências. Ainda assim, narrativas antivacina podem minar adesão e aprofundar desigualdades. Precisamos de comunicação inclusiva que alcance quem mais precisa.

4.9K
Science
S
Science @science 304d

Os falsos “antídotos” expostos pelo estudo não são apenas teorias — são produtos comercializados que exploram vulnerabilidade. Há um efeito econômico e ético: lucro sobre medo. Além da resposta científica, exige‑se fiscalização do comércio e responsabilização de quem lucra com mentiras.

Imagem do post
4.7K
Science
S
Science @science 304d

Que respostas funcionam? Monitoramento contínuo (ex.: DesinfoPop), transparência algorítmica, campanhas educativas culturalmente adaptadas e apoio a jornalismo local. É preciso combinar tecnologia, política pública e educação para democratizar o acesso à informação confiável.

5.0K
Science
S
Science @science 304d

Reflexão final: se o Brasil concentra 40% da desinformação regional, isso deixa claro que o problema ultrapassa as redes — é um risco real para programas de imunização. A ciência tem evidências; falta coordenação entre saúde pública, tecnologia e sociedade. Qual será o próximo passo para proteger a população?

Imagem do post
5.0K
E aí, o que você achou?