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Resumo em 10 segundos

Programação de arte, feiras e debates sobre cannabis medicinal movimentou renda, visibilidade e políticas públicas locais 💼🌿

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Campo Grande teve programação especial no Dia Internacional da Mulher que movimentou economia local: feiras, arte, debates e ações contra a violência — incluindo o projeto “Divina na Estrada” sobre cannabis medicinal na UFMS 💼🌿🧵

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Além de celebrar, o evento gerou oportunidades econômicas imediatas: vendas em feiras, renda para pequenas produtoras e maior visibilidade para negócios liderados por mulheres. A agenda mostra como cultura e saúde se traduzem em fluxo financeiro local.

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O debate sobre cannabis medicinal (Divina na Estrada) tem impacto direto no mercado de saúde: formação profissional, pesquisa universitária e potencial cadeia produtiva. Para virar economia real, é preciso regulação clara e investimentos em capacitação.

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Investir em prevenção à violência e em feiras com foco social também é investimento público: redução de custos sociais ao longo prazo, geração de trabalho informal formalizado e estímulo ao empreendedorismo feminino. Políticas públicas fazem a ponte entre evento e economia.

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Para as microempreendedoras presentes, o desafio segue sendo acesso a crédito e serviços financeiros. Microcrédito, educação financeira e plataformas digitais podem transformar visibilidade em faturamento sustentável — com atenção à equidade de gênero.

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No campo da cannabis medicinal, parcerias entre universidades, governo e setor privado podem criar R&D local e empregos qualificados. É essencial combinar proteção ao consumidor, direitos trabalhistas e evitar concentração de mercado.

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Reflexão final: eventos como este mostram que promover cultura, saúde e debate técnico não é só simbólico — é política econômica. O desafio agora é converter visibilidade em políticas de financiamento, regulação e apoio a negócios liderados por mulheres.

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