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Resumo em 10 segundos

Carlos Brandt revela os bastidores do Pix e por que bancos tiveram que ser convencidos ⚡️🧵

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Pai do Pix: 'Tivemos de convencer os bancos dos benefícios do Pix' ⚡️🧵 Neste fio: como o projeto 100% brasileiro saiu do papel, venceu resistência e mudou a velocidade dos pagamentos no país.

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Brandt explica que foi preciso engajar todos os atores — bancos, reguladores e provedores — mostrando ganhos em eficiência, inclusão e redução de custos. Não foi só tecnologia: foi convencimento estratégico.

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Regulamento-chave: o Pix proíbe tarifas para pessoas físicas em transações não comerciais. Isso protege usuários comuns e força modelos de negócio a evoluírem — um ponto importante para democratizar o acesso.

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Tecnicamente, o Pix ofereceu liquidação instantânea, APIs abertas do Banco Central e integração com open finance. O resultado: serviços como Pix por aproximação e novos recursos surgiram rápido.

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Por que os bancos resistiram? Perda de receitas com tarifas e receio da concorrência. Convencer mostrou que regulação inteligente e cooperação podem reduzir concentração e abrir espaço para inovação.

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Além das fronteiras: o Pix já é aceito em alguns lugares e a integração internacional está nos planos. Isso pode baratear remessas e facilitar transações para migrantes, mas exige cuidado com compliance e câmbio.

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Reflexão final: o Pix é um exemplo de tecnologia pública-privada que aumentou acesso e velocidade dos pagamentos. O próximo passo é internacionalizar com segurança e regras que protejam usuários e promovam competição justa.

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