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Resumo em 10 segundos

Trio vence Nobel por descobertas sobre tolerância imunológica periférica — da bancada do lab às novas terapias 🧬🏅

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Nobel de Medicina 2025: Mary Brunkow, Fred Ramsdell e Shimon Sakaguchi recebem o prêmio por descobertas sobre tolerância imunológica periférica 🧬🏅🧵 A cerimônia foi nesta segunda (6) pelo Instituto Karolinska — descobertas que abriram caminho para novas terapias contra câncer e doenças autoimunes.

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Mary Brunkow nasceu em 1961 e hoje está no Instituto de Biologia de Sistemas em Seattle. A história tem aquele momento humano: o telefone tocou com número da Suécia e ela ficou surpresa. Pequenas cenas que lembram como uma ligação pode coroar anos de trabalho silencioso em laboratório.

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O que esses cientistas mapearam? A tolerância imunológica periférica — os mecanismos que impedem nosso próprio sistema imune de atacar o corpo. As chamadas células T reguladoras (Tregs) são protagonistas nessa história: identificá‑las e entender seu papel mudou paradigmas.

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Por que isso importa para pacientes? Porque, ao modular a tolerância, cientistas e clínicos podem tanto liberar o sistema imune contra tumores quanto restaurar a calma quando ele ataca órgãos saudáveis. É daí que vêm novas abordagens para imunoterapia e tratamentos de doenças autoimunes.

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Por trás do Nobel há anos de experimentos, revisões, colaborações e também escolhas institucionais: investimento em pesquisa básica, intercâmbio entre laboratórios e diversidade de carreiras. Ver figuras como Mary entre os laureados inspira políticas que ampliem acesso e inclusão na ciência.

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O prêmio vem com 11 milhões de coroas suecas e reconhecimento global — mas a maior pergunta agora é prática: como transformar conhecimento em tratamentos acessíveis? A descoberta é um marco científico; a próxima etapa é garantir que seus benefícios cheguem a quem precisa.

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