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Pesquisadora indígena Naine Terena defende visibilidade para cientistas mulheres e um projeto da UFMT usa arte e educação para abrir caminhos 🌱🔬

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Pesquisadora indígena reforça valorização da imagem de mulheres cientistas — Naine Terena (PUC‑SP) destaca projeto da UFMT que usa arte e educação para ampliar a presença feminina na ciência 🎨🔬🧵

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Naine Terena, em artigo no Poder360, lembra que mostrar cientistas mulheres é antídoto contra estereótipos e violências simbólicas. Visibilidade inspira meninas, desconstrói preconceitos e amplia trajetórias na pesquisa com esperança e criatividade.

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O projeto da UFMT integra arte, oficinas e materiais educativos para contar histórias de cientistas mulheres — incluindo vozes indígenas. Ao conectar saberes locais e ciência formal, cria identificação e trajetórias mais diversas.

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Contexto importante: embora mulheres sejam maioria em muitas graduações, ainda há sub-representação em cargos de liderança e reconhecimento. Fortalecer imagens e narrativas é passo prático para equidade e melhora na qualidade científica.

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Além da justiça social, diversidade aumenta a robustez da pesquisa: equipes plurais geram perguntas melhores e soluções mais sustentáveis. Projetos que unem arte e educação também ajudam a democratizar o acesso à ciência pelo país.

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Reflexão final: dar visibilidade a cientistas mulheres — especialmente indígenas e de comunidades historicamente marginalizadas — é investir num futuro científico mais justo, criativo e eficaz. Pequenas mudanças na imagem geram grandes impactos.

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