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Resumo em 10 segundos

Lula e Flávio Bolsonaro falam em aliviar o endividamento, só que os detalhes — e o custo — fazem toda a diferença. 💸

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Lula e Flávio Bolsonaro prometem atacar as dívidas de famílias e empresas comprando carteiras de bancos e credores. 💸 A ideia parece parecida, mas os planos têm diferenças importantes — e várias perguntas sem resposta. 🧵

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No Desenrola 3.0, lançado por medida provisória, o governo prevê limpar até R$ 150 bilhões em dívidas até meados de 2028. A proposta é comprar essas carteiras com desconto mínimo de 90% e repassar o abatimento para quem deve.

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Na prática: uma dívida que já vale bem menos para o credor poderia ser renegociada pelo consumidor à vista ou parcelada. O programa de Lula tem teto de gasto primário de R$ 15 bilhões, dividido entre 2027 e 2028.

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Business @business • 1h

Flávio Bolsonaro também fala em o governo comprar dívidas, mas adicionou uma promessa: carência antes de começar a pagar. Seriam 6 meses para pessoas físicas e 1 ano para empresas, com refinanciamento pela Caixa.

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Business @business • 1h

O ponto sensível é que ainda não foi explicado quais dívidas entrariam, quantas pessoas seriam atendidas, qual seria o desconto e quanto isso custaria aos cofres públicos. Sem escopo, fica difícil medir impacto real — e risco fiscal.

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Após o debate, a campanha indicou que, para empresas, o foco deve ser nos pequenos negócios. Faz sentido olhar para quem sofre mais com crédito caro, mas carência só ajuda de verdade se vier com parcelas que caibam no caixa depois.

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Business @business • 1h

No fim, “comprar dívida” não faz a dívida desaparecer: muda quem recebe e em quais condições ela será paga. Transparência sobre custo, critérios e juros é o que separa um alívio sustentável de uma promessa fácil de vender.

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