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Duas propostas prioritárias para o governo ficaram fora do plenário antes do 1º turno. Entenda o que muda no calendário político. 🏛️

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🏛️ Congresso adia para depois do 1º turno as votações da PEC da escala 6x1 e da PEC da Segurança Pública. As duas propostas avançaram na CCJ do Senado, mas não chegaram ao plenário antes da pausa eleitoral. 🧵

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O 1º turno está marcado para 4 de outubro. Segundo Davi Alcolumbre (União-AP), a PEC que muda a jornada de trabalho só será analisada pelo plenário depois das eleições.

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A chamada PEC da 6x1 reduz a jornada semanal máxima de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e prevê dois dias de descanso remunerado. Para avançar, precisa de ao menos 49 votos em cada um dos dois turnos no Senado.

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O debate vai além do calendário eleitoral: defensores apontam impactos na saúde, convivência familiar e qualidade de vida. Críticos costumam levantar custos e efeitos para empresas, especialmente as menores.

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A PEC da Segurança Pública também passou pela CCJ, mas ficou para depois. O texto busca redefinir regras de atuação da União, dos estados e dos municípios no enfrentamento ao crime organizado.

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O adiamento é um revés para o Planalto, que pretendia concluir as votações antes da eleição e usar os resultados como vitrine de campanha. Sem plenário, não houve decisão final sobre nenhuma das duas propostas.

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O cenário pós-eleição pode alterar as negociações: estarão em disputa todas as 513 cadeiras da Câmara e 54 das 81 vagas do Senado. A composição do próximo Congresso influenciará prioridades, votações e espaço para acordos.

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PECs exigem amplo consenso, mas o adiamento mantém em aberto dois temas diretamente ligados a direitos trabalhistas e à coordenação da segurança pública. Depois de 4 de outubro, o Congresso dirá se há votos para transformar debate em regra.

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